quinta-feira, 7 de julho de 2011

História da língua inglesa

Alguns traços importantes da língua inglesa

Disponível em : www.linguainglesa.net.br

A familia indoeuropeia inclue a maioria das línguas que se falan na Europa hoje, incluindo o Inglês. A influência das línguas indoeuropeias originais, conhecidas como protoindoeuropeias, está patente hoje em dia ainda que não existam documentos escritos. A palavra "father" em Inglês, em alemão é "vater", "pater" em latím, "padre" em espanhol e "pitr" em sánscrito. Estas palavras são todas cognatas; palavras similares em línguas distintas que compartem a mesma raíz.
O Inglês originou da língua que falavam as tribus alemãs, frisios, anglos, saxones e jutos, que emigraram a terra que mais tarde sería conhecida como Inglaterra. Em 449 aproximadamente, de acordo com as crônicas anglosaxonicas, Vortigern, o rei das ilhas britânicas, pediu ajuda ao Rei Anglo para lutar contra os picts. Como recompensa os anglos receberam terras no sudeste. Pediram mais ajuda e receberam homens de "Ald Seaxum of Anglum of Iotum", saxones, anglos e jutos. As crônicas documentam o conseguinte influxo dos colonos, que finalmente estabeleceram sete reinos: Northumbria, Mercia, Anglia do leste, Kent, Essex, Sussex e Wessex.
Os invasores alemães dominaram aos habitantes originais de fala celta, cujas línguas permaneceram durante muito tempo na Escocia, Gales, Cornualles e Irlanda. Os dialétos que falavam os invasores alemães formaram o que chamamos, Inglês antiguo, que era uma língua muito parecida ao frisio moderno. O friso moderno, recebeu , uma grande influência do noruego antigo, outro dialéto alemão, que falavam os invasores vikingos que se instalaram, principalmente, no noroeste. As palavras inglesas: "English", "England" e "East Anglia", derivam das seguintes palavras dos anglos: "Englisc", "Angelcynn" e "Englaland".
Os reinos de Inglaterra falaram só francês durante os 300 anos mais tarde da Conquista Normanda (1066). Pelo que grande quantidade de palavras francesas ficaram no Inglês antigo, também perdeu muitas inflexões , o resultado dessas mudanças foi o Inglês medio. Em 1500, aproximadamente, o grande deslocamento vocálico transformou o Inglês médio em Inglês moderno.
As obras mais famosas que nos deixaram o Inglês antigo e médio são: Beowulf e os contos de Canterbury de Geoffrey Chaucer.
O Inglês moderno começa a tomar mais força na época de William Shakespeare. Muitos estudiosos o dividem em: Inglês moderno e Inglês moderno tardío de 1800 aproximadamente, relacionando o com as conquistas britânicas de grande parte do mundo, dada a influência que recebeu das línguas dos nativos.
Muitas palavras novas entraram no Inglês, de forma direta ou indireta a partir de século XVI, devido ao contato que os britânicos tiveram com povos de todo o mundo e ao renascimento do estudo dos clássicos. Também se criaram novas palavras ou neologismos. Shakespeare criou mias de 1600. Este processo aumentou notavelmente na era moderna.
Os emprestimos incluem entre outros, nomes de animais: giraffe-jirafa, tiger-tigre, zebra-cebre; ropa: pyjama-pijama, turban-turbante, shawl-chal; comida: spinach-espinacas, chocolate-chocolate, orange-laranja; términos científicos e matemáticos: algebra-álgebra, geography-geografía, species-especies; bebidas: tea-chá, coffee-café, cider-sidra; términos religiosos:Jesus-Jesús, Islam-Islam, nirvana-nirvana; esportes: checkmate-ajedrez, golf-golf, billiards-billar; veículos: chariot-charrete, car-carro, bus-ônibus; música e arte: piano-piano, theatre-teatro, easel-cavalete; armas: pistol-pistola, trigger-gatilho (de pistola), rifle-rifle; términos políticos e militares: commando-comando, admiral-almirante, parliament-parlamento; e astronomía: Saturn-Saturno, Leo-Leo, Uranus-Urano.
As diferentes línguas que emprestaram términos ao Inglês: latím, grego, francês, alemão, árabe, hindú (da India), italiano, malayo, neerlandês, persa (de Irán e Afganistão), a língua asteca nahuatl, sánscrito da antiga India, português, espanhol, tupi de América do Sul e ewe da África.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

História da língua espanhola


História da língua espanhola

http://www.espanhol.biz/ptspanish/history.asp

A língua espanhola é o resultado de mais de 1000 anos de evolução, nos que as diversas línguas dos habitantes da península receberam a influência dos romanos e os árabes. A finais do século XV, com a união das monarquías de Castila e Aragão, que extenderam seu dominio por grande parte da península, o castelano se impusionou sobre os demais idiomas e dialétos; ademais cruzou o Atlântico nos barcos dos conquistadores e misioneiros.
A colonização espanhola do s.XVI levou a língua as Américas, aos Estados Federais de Micronesia, Guam, Marianas, Palaos e Filipinas
O latim vulgar que falavam os exércitos romanos e os colonos na antigua Espanha, foi a base de muitos dos dialétos que se desenvolveram depois em várias regiões do país durante a Idade Média. O dialéto de castila ou espanhol de castilla, foi pouco a pouco convertindo-se na língua standard, pelo dominio político de Castila no século XIII.
A maioria das palavras do espanhol derivam do latim, mas também tem algumas que vem de outras línguas pre latinas, como o grego, o euskera ou o celta. a invasão deos visigodos, a principios do século V d.C. também entraram palavras germanas. a conquista dos árabes, três séculos mais tarde, introduziram muitas palavras árabes na língua, a maioria delas são muito fácilmente reconheciveis pelo prefixo "al". A influència dos eclesiásticos franceses do século XI e dos peregrinos que iam para Santiago de Compostela, fez com que se incorporassem a língua muitas palavras e frases francesas. Durante os séculos XV e XVI, devido a dominação da Italia por parte dos aragones, Espanha recebeu também influência da Italia e se viu influenciada pela moda da poesía italiana. A relação de Espanha com suss colonias e posesões, deu passo a introdução de novos términos de línguas nativas americanas e de outras fontes. Os estudos e investigações aumentaram também consideravelmente os empréstimos lingüísticos.
Na América, os descendentes dos espanhois, os espanhois criolos e os mestiços seguíam utilizando a língua. Depois de que as guerras da independencia liberaram estas colonias no s.XIX, as elites existentes extenderam o uso do espanhol a toda a população para reforçar a unidade nacional.
Em Filipinas este processo não ocorreu assimí por varias razões. Era a única colonia espanhola da Asía longe de todas as que existíam na américa latina. Filipinas mais que uma colonia espanhola, era a colonia de uma colonia espanhola, da nova Espanha e era México quem a administrava. Em comparação com seus homólogos na américa latina, a população filipina era quase exclusivamente nativa, e os espanhois, que eram quase todos mexicanos, eram maioria frente aos mestiços. Depois da guerra entre Espanha e América, os poucos espanhois que sobraram regresaram a Nova Espanha (México) e mais tarde a Espanha. e em Filipinas, muitos dos poucos mestiços que haviam morreram por causa da guerra, o inglès se declarou língua oficial e em 1973, o espanhol de ser a língua oficial deste país.
A Real Academia da língua espanhola se fundou em 1713. Estabelecía os criterios para sancionar os neologismos e para a incorporação de palavras de âmbito internacional. A gramática espanhola se normalizou durante este período e a literatura espanhola foi muito prolífica, devido a expressão de liberdade que permitía aos escritores e falantes utilizar a língua sem seguir umas regras determinadas para a ordem das palavras, criando assim diversos estilos literarios.
O século XX foi testemunho de como mudou o uso do espanhol. Na língua entrou multitude de neologismos, alimentados pelos avances tecnológicos e científicos. Desde os clássicos: termômetro, átomo e psicoanálisis a os modernos e apenas hispanizados: filmar, radar, casete, PC e módem

História da língua alemã

História da língua alemã

 

Disponível em: http://www.alemao.biz/ptgerman/history.asp

O deslocamento dos sons nos dialétos germânicos, que se produziu na época medieval, dividiu a língua alemã em alto e baixo alemão.
Como consequência dos patrões de colonização, Völkerwanderung, as rotas de comércio e comunicação (principalmente os rios), e a situação física de exclusão criada pelas altas montanhas e bosques povoados, se criaram grande variedade de dialétos regionais. Estes dialétos que se usavam por todo o Império Romano eram, as vezes, mutuamente incompreensíveis.
Alemanha estava dividida em vários estados diferentes e a única força que lutava por unificar e estandarizar todos seus dialétos, eram os escritores que tratavam de escrever de maneira que seus trabalhos pudessem ser entendidos na maior extensão possível.
Quando Martin Luther traduziu a Bíblia, o Novo Testamento em 1521 e o Antiguo em 1534, baseou sua tradução nesta línguagem que se havía criado e que era o mais compreendido do momento. A princípio cada cópia da Bíblia tinha um glossário de términos que traduzia as palavras desconhecidas para os diferentes dialétos. Os católicos romanos rejeitaram a Bíblia de Martin Luther e trataram de traduzir uma católica standard (Gemeines Deutsch), mas até mediados do século XVIII não consiguiram criar uma, aquí termina o período do alemão alto antiguo.
O alemão era a língua de comércio e governo no Imério Habsburg, que abarcava uma grande área da Europa central e do leste. Até mediados do século XIX era a língua dos cidadãos de quase todo o Império, por sua forma de falar não se distinguia a nacionalidade, mas sim era comerciante ou urbanitária. Algumas cidades, como Praga (Prag em alemão) e Budapest, se foram germanizando depois de passar a formar parte do Império Habsburg. Outras como Bratislavia (Pressburg em alemão) se criaram durante o período de Habsburg e foram em sua origen germanas. Algumas cidades como Milão (Mailand em alemão) não foram germanizadas. A maioria das cidades durante este período eram germanas como Praga (Prag em alemão), Budapest, Bratislavia (Pressburg em alemão), Zagreb (Agram em alemão) e Ljubljana (Laibach em alemão), ainda que estavam rodeadas de territórios que falavam outras línguas.
O alemão standard era uma língua basicamente de escritura até por volta do ano 1800. Nesta época os habitantes do norte da Alemanha falavam grande variedade de dialétos, estudavam o alemão standard quase como uma língua extranjeira e tratavam de pronunciar da maneira mais próxima possível. As guías de pronunciação consideram que a pronunciação do alemão do norte é o mais estandarizado, ainda que atualmente a pronunciação standard varía dependendo das regiões.
Os meios de comunicação e as obras escritas se produzem em sua maioria em alemão standard, Hochdeutsch, é uma forma de alemão que entendem todos os germanofalantes, exceto as crianças de pré escolar de áreas onde se fala algum dialéto, mas estas crianças aprender alemão standard antes de começar o colégio.
O primeiro dicionário dos irmãos Grimm, se publicou 16 partes entre 1852 e 1960, continua sendo a guía mais completa de palavras em alemão. Em 1860 apareceram regras de ortografía e gramática no livro Duden, em 1901, se estabeleceu como definição de standard, algumas destas regras não se revisaram e foi publicado até 1998 dois anos depois de que os representantes de todos os países de fala alemã promulgaram oficialmente a reforma da pronunciação do alemão. Nas escolas se ensina a nova pronunciação mas nos meios de comunicação coexistem a forma antigua e a nova. Para saber o que diz a opinão pública sobre a reforma busque "reforma da pronunciação alemã de 1996".
O alemão substituiu o latim em quase todas as universidades europeias e norteamericanas na década de 1870, pela importância do alemão naquela época. Se publicaram investigações muito importantes em alemão e as novas universidades, por exemplo a Universidad de Stanford, optavam por esta língua em vez do grego ou latim.






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sexta-feira, 1 de julho de 2011